

Composição
Escudo português em escaques(1) de blau(2) e prata, que é dos Sá. Em chefe, de ouro, três merletas(3) negras, sem pés nem bicos, que é dos Leme. Mote(4): listel(5) de prata com dizeres negros: "In Caritate et Veritate" (Na Caridade e na Verdade). Timbre: mitra arquiepiscopal, de prata, com frisos de goles, carregada com a cruz de arcebispo, de ouro. Lambrequins(6): um de cada lado do escudo, um lírio florescente de prata, com caule de sínople(7) que cruza na parte inferior do escudo, por detrás do listel.
Descrição
A forma do escudo português lembra nossas origens. Os escaques são da arma dos Sá que era a família do fundador do Seminário, Dom Frei Antonio de Guadalupe, ofm. O chefe é da família Leme, refere-se a Dom Sebastião Leme da Silveira Cintra, que reabriu o Seminário após ter sido fechado por dezessete anos. Os dizeres do listel são inspirados em Ef 4,15 e se referem à formação espiritual e intelectual dos seminaristas. A mitra arquiepiscopal do timbre designa que o Seminário é arquidiocesano. Os lírios são símbolos de São José, colocados de cada lado do escudo, aludem ao titular e protetor do Seminário. Como promotor de reabertura do Seminário, o arcebispo-coadjutor do Cardeal Joaquim Arcoverde, é considerado o segundo fundador da Instituição; donde o campo em chefe do escudo, extraído de um quartel de suas armas heráldicas.
Glossário
(1) Escaques: divisões quadradas do escudo, em cores alternadas;
(2) Blau: cor azul dos brasões;
(3) Merletas: representação de passarinhos sem patas nem bico;
(4) Mote: legenda do brasão;
(5) Listel: filete;
(6) Lambrequins: ornatos que pendem do elmo sobre o escudo ou que o circundam;
(7) Sínople: a cor verde dos escudos heráldicos, representada em traços diagonais que partem do ângulo inferior direito para o ângulo superior esquerdo.
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